Magnarcana Circus era talvez uma das maiores belezas do mundo que com sua tenda de cores negras e púrpuras encantava a todos que a via reluzir o brilho da lua. Clássico como nos tempos antigos e juntando os mais estranhos e perfeitos artistas dos cantos mais inóspitos da Terra. O ar de magia não parecia apenas um truque, mas sim real. O magnífico circo não tinha endereço e nem estabilidade, em um dia ele aparecia e no outro mesmo sumia na brisa da alvorada sem deixar rastro, apenas os comentários perambulando pelo ar; como algo surreal, um sonho ou até mesmo um pesadelo, uma fonte de emoções que se tornam inerente no âmago das pessoas como se tudo não tivesse realmente existido, só mais uma sensação. Tendo sido criado na Romênia, dizem que este traz desde a ciência alquimista até mesmo os segredos do deserto, os artifícios helenísticos e a rusticidade cigana e muitas outras místicas dos povos que formaram seu país.

A beleza do Magnarcana atravessará o atlântico trazendo para Nova Iorque toda a classe e antiguidade de um lugar onde parece ter parado no tempo, como se dentro daquela lona a era medieval tomasse conta, junto ao romance trovadoresco e as peças entre truques e mágicas contando história de magos e guerreiro, príncipes e princesas, suseranos e vassalos das histórias de figuras como Camões e Shakespeare. Uma atmosfera que foge de todo mundo contemporâneo. Ele não era tão famoso, não tinha o luxo de atrações famosas como “Cirque Du Soleil”, mas por onde passava era ovacionado. O fato para não ser um circo famoso – mesmo sendo muito assistido - decorria justamente pela ilusão que ele mesmo causava essa sensação que deixava nas pessoas que as faziam pensar se tudo podia mesmo ser real, até
Nenhum comentário:
Postar um comentário